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Márcio Sena

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Olá, sou Márcio Sena.

Pernambucano, de Recife, 51 anos, casado com Patrícia e pai de Vitorinha.

 

Comecei a vida em Escada-PE, solto entre os rios, morros e engenhos, nas rodas de samba de casa e nas madrugadas de farinhas na padaria paterna.

 

Veraneava entre as casas dos pescadores de Porto de Galinhas e do Fortim-CE. Aos 14 anos finquei morada no Recife para estudar com os padres do Nóbrega, mas me identifiquei com os desafios do Colégio de Aplicação.

 

Quis estudar Engenharia de Pesca, quase me formei em Engenharia Mecânica e meu diploma é de Administração e Marketing pela UPE.

 

Em 1992 iniciei no Tribunal de Contas-PE e em 1995, junto com minha sócia, criamos a Mirai Comunicação. Inicialmente um escritório de design, mas hoje ampliamos para comunicação e marketing

 

De lá pra cá tudo se misturou: com os pescadores, aprendi a mergulhar, pescar e velejar; das rodas de sambas, ficou um sonho de solfejar um sax na banda municipal de Escada (hoje arrisco uns acordes no violão); o Colégio de Aplicação plantou inquietações que irão me acompanhar para sempre, a de buscar o novo, e a atração por desafios, mas sempre conectado às pessoas; as necessidades e provocações do TCE me colocam a pensar e gerar inovações e a me negar a formas “enlatadas” de gestão, por que não?!; um mergulho no marketing e na comunicação, é o que me faz realizar diariamente na Mirai, projetos e mentorias para clientes, parceiros, amigos e um dos frutos dessa dinâmica foi o Festival Gastronômico de Pernambuco (evento de gastronomia onde chefs do Brasil eram convidados a criar um cardápio exclusivo para um restaurante anfitrião) e uma vasta conexão com fotografia, design, produção gráfica, artes, arquitetura, programação e gestão; as farinhadas da padaria do meu pai me levaram a amar a gastronomia (sou sempre o cozinheiro do barco) e em 2008 para ajudar na produção da padaria que ia mal, comecei a estudar panificação e descobri a fermentação natural, paixão imediata. 

 

Daí não parei mais. Fazer o pão me levou às aulas de francês, a moinhos na Espanha, caravana na Bélgica e a me conectar com mètier da família e a muitos amigos espalhados pelo mundo, sempre em busca de cultivar um Levain com os desafios do calor e da maresia recifense (viva às aulas de química!). Habemos uma produção de pães com entregas para restaurantes e encomendas pessoais a clientes apaixonados.

 

Tudo isso juntos, misturados e ao mesmo tempo. Parece muito, mas quero mais. 🙃

 

Bons ventos! __(/~~

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